Tecnologia e alienação nas organizações
Discute como metodologias, processos e sistemas de gestão atuam como instrumentos de controle, desqualificação e perda de sentido do trabalho nas organizações contemporâneas.
Organizações, gestão, processos e sofrimento no trabalho
Discute como metodologias, processos e sistemas de gestão atuam como instrumentos de controle, desqualificação e perda de sentido do trabalho nas organizações contemporâneas.
Síntese crítica sobre ideologia, alienação e tecnologia como mecanismos de dominação do trabalho, articulando teoria social e exemplos concretos do cotidiano corporativo.
Explora como a lógica do espetáculo intensifica a alienação do trabalho, transformando desempenho, imagem e consumo em mecanismos de controle subjetivo.
Tecnologia de informação como mecanismo de alienação e controle no mundo do trabalho. - -
Este ensaio explora a diferença entre a alienação digital e a aceitação do papel da tecnologia em nossas vidas profissionais, analisando as implicações sociais e psicológicas dessa dinâmica.
A alienação não desapareceu com a tecnologia: tornou-se mais íntima. No trabalho por aplicativo, ela transforma exploração em escolha individual e faz o trabalhador administrar a própria submissão.
Ideologia e alienação não são abstrações acadêmicas: organizam a vida concreta de quem trabalha, consome e se percebe como empresa de si. No Brasil das plataformas e da precarização, elas operam como formas de adaptação forçada à exploração.
A alienação do trabalho não é um mal-estar individual nem uma falha de propósito: é a forma pela qual o capitalismo separa quem trabalha do que produz, do seu tempo e de sua própria vida. Nas plataformas, ela ganha a máscara sedutora da autonomia.
Alienação do trabalho não é apenas insatisfação profissional: é a perda do controle sobre a atividade, o tempo e o produto do trabalho. No Brasil, aplicativos tornam essa expropriação mais invisível e mais intensa.
Alienação no trabalho não é apenas insatisfação profissional: é a separação concreta entre quem produz e aquilo que produz, entre o tempo vivido e o tempo vendido. No capitalismo de plataformas, essa expropriação invade até a linguagem da autonomia.