Governo Bolsonaro x Lula
Os números não mentem: em 8 dos 10 principais índices do país, o governo Lula entregou mais.
Análises sobre segurança pública, democracia, eleições, polarização, desigualdade, poder econômico e gestão política do Estado.
Os textos que melhor apresentam o eixo desta editoria.
Os números não mentem: em 8 dos 10 principais índices do país, o governo Lula entregou mais.
A Psicologia das Multidões e o Ódio a Lula - - A Psicologia das Multidões e o Ódio a Lula: Entendendo Emoções Coletivas Nos últimos três meses, tenho conversado…
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Os números não mentem: em 8 dos 10 principais índices do país, o governo Lula entregou mais.
Ler artigo →Lawfare é o uso estratégico do direito para perseguir adversários e reorganizar disputas políticas. No Brasil, a Lava Jato mostrou como tribunais, mídia e interesses econômicos podem converter a legalidade em arma de poder.
Ler artigo →Polarizar não significa apenas discordar: é organizar conflitos sociais em campos antagônicos. No Brasil, o termo também é usado para ocultar desigualdades materiais e transformar a luta política em espetáculo.
Ler artigo →Práxis política é a unidade entre interpretação crítica e ação coletiva capaz de transformar as condições materiais da vida. Ela se opõe tanto ao ativismo sem estratégia quanto à política reduzida a disputa eleitoral e opinião nas redes.
Ler artigo →A polarização política brasileira não nasce apenas das redes sociais: ela expressa conflitos materiais, medo social e uma disputa ideológica organizada pelo capital, pelo Estado e pelas plataformas digitais.
Ler artigo →O democrático liberal promete igualdade política, mas preserva desigualdades materiais que limitam a própria democracia. No Brasil, a defesa institucional contra o bolsonarismo convive com trabalho precário, abandono estatal e poder econômi…
Ler artigo →Sociedade polarizada não é apenas uma divisão de opiniões: é uma forma de organizar conflitos sociais em torno de inimigos, ocultando as relações de classe e transformando o sofrimento material em guerra cultural.
Ler artigo →O significado jurídico da abstenção não se limita à ausência diante da urna. A lei transforma desigualdades concretas em responsabilidade individual e preserva a aparência de neutralidade do Estado.
Ler artigo →O facciosismo não é apenas briga entre grupos: é a forma política de uma sociedade fragmentada pelo capitalismo, na qual trabalhadores passam a combater adversários imaginários enquanto permanecem submetidos ao mesmo poder econômico.
Ler artigo →Polarizar, na política, não significa apenas dividir opiniões: significa organizar a sociedade em campos de conflito. O ensaio mostra como essa disputa é usada pelo bolsonarismo e também pode revelar antagonismos de classe.
Ler artigo →Revolução não é apenas a queda de um governo, mas a ruptura das relações sociais que organizam a exploração. O Breque dos Apps revela tanto a potência quanto os limites de uma revolta sob o capitalismo de plataforma.
Ler artigo →A polarização política brasileira não é apenas briga entre eleitores: ela transforma conflitos materiais em espetáculo, desloca a luta de classes para identidades eleitorais e protege as estruturas que produzem desigualdade.
Ler artigo →A pós-verdade não nasce apenas da mentira nas redes, mas do abandono material que transforma medo e ressentimento em matéria-prima política. Nas enchentes do Rio Grande do Sul, a desinformação disputou a própria realidade da catástrofe.
Ler artigo →A polarização brasileira não é simples divisão de opiniões: é uma forma de organizar ressentimentos, ocultar conflitos de classe e transformar o adversário em inimigo, sobretudo sob o bolsonarismo e as plataformas digitais.
Ler artigo →A abstenção de voto não é apenas desinteresse individual: ela revela a distância entre a democracia formal e uma sociedade marcada por precarização, descrédito institucional e alienação política.
Ler artigo →O fascismo não é apenas um insulto nem uma lembrança histórica: é uma forma política que reorganiza o medo, o ressentimento e a violência em defesa da ordem capitalista.
Ler artigo →A extrema direita não se define apenas pelo autoritarismo ou pelo nacionalismo. No Brasil, ela organiza o ressentimento social, fabrica inimigos e protege a ordem capitalista sob a aparência de rebeldia antissistema.
Ler artigo →A abstenção de voto não é apenas apatia individual: ela expressa barreiras materiais, descrença política e a alienação produzida por uma democracia subordinada ao poder econômico.
Ler artigo →A pós-verdade não elimina os fatos: transforma a disputa sobre eles em mercadoria política. No Brasil, o bolsonarismo converteu medo, ressentimento e plataformas digitais em instrumentos de dominação.
Ler artigo →Fascista não é apenas um insulto para qualquer autoritário. O termo nomeia uma forma de mobilização política que transforma a crise social em culto ao líder, inimigo interno e violência contra a democracia.
Ler artigo →O significado de “polarizadas” não se limita à divisão de opiniões: no Brasil, a polarização digital organiza ressentimentos, encobre conflitos de classe e fortalece projetos autoritários.
Ler artigo →A polarização brasileira não é apenas divisão de opiniões: é uma forma de administrar conflitos reais, desviando a luta de classes para guerras culturais e convertendo a política em espetáculo controlado pelas plataformas.
Ler artigo →O significado de polarizado não se reduz a duas opiniões em conflito. No Brasil, a polarização espetacular transforma desigualdades materiais em guerras morais e oculta o antagonismo entre capital e trabalho.
Ler artigo →Polarizada não descreve apenas uma sociedade dividida: frequentemente nomeia a operação ideológica que reduz conflitos materiais entre classes a uma disputa simétrica de opiniões. No Brasil, essa redução protege os responsáveis pela desigua…
Ler artigo →O afundamento de bairros em Maceió expõe uma forma atual de acumulação primitiva: uma empresa preserva a extração de valor enquanto trabalhadores perdem casa, território, vínculos e condições de reproduzir a própria vida.
Ler artigo →O debate sobre o fim da escala 6x1 expôs como escola, mídia, empresa e família trabalham para fazer da exaustão uma virtude. Enxergar os aparelhos ideológicos de Estado é perceber que a jornada não se sustenta só pela necessidade econômica,…
Ler artigo →O debate sobre o fim da escala 6x1 expôs um autoritarismo cotidiano: a exigência de que trabalhadores aceitem a própria exaustão como prova de caráter. A defesa dessa disciplina revela como a hierarquia capitalista fabrica obediência e tran…
Ler artigo →O bolsonarismo encenou uma solução bonapartista para a crise brasileira: um chefe que dizia falar diretamente pelo povo enquanto preservava a propriedade, a hierarquia social e a precarização. Enxergar essa operação revela por que o conflit…
Ler artigo →A crise em torno da falsa taxação do Pix mostrou que a bolha de filtro não isola apenas opiniões: ela captura o medo material de quem vive de trabalho instável e o converte em força política para a extrema direita.
Ler artigo →A mentira sobre uma suposta taxação do Pix mostrou como o contágio mental transforma desconfiança social em pânico útil à extrema direita. Quem vive de cada pagamento digital não é apenas público da mentira: é quem arca com seus efeitos mat…
Ler artigo →As enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul expuseram como a culpa é deslocada para trabalhadores que vivem em áreas de risco. A acusação de imprudência apaga a política urbana, o mercado imobiliário e a exploração que retiram deles qualquer…
Ler artigo →A crise do arroz após as enchentes no Rio Grande do Sul revelou que a dependência não mora apenas nas estatísticas do comércio exterior. Ela aparece quando quem produz, transporta e entrega comida trabalha sob risco, enquanto as decisões so…
Ler artigo →A mobilização pelo fim da escala 6x1 expôs um limite material da democracia brasileira: quem entrega quase toda a própria semana ao trabalho tem pouco poder real para decidir os rumos do país. O voto igual não corrige a desigualdade de temp…
Ler artigo →A mobilização contra a escala 6x1 revelou uma contradição do espetáculo: a rede tornou visível uma exaustão antes privatizada, mas tende a converter a luta em consumo rápido de indignação. Ver isso é distinguir viralização de organização.
Ler artigo →As enchentes no Rio Grande do Sul expuseram que o Estado capitalista não desaparece nas catástrofes: ele seleciona prioridades, protege a propriedade e administra a sobrevivência de quem trabalha. Enxergar essa operação rompe a fantasia de…
Ler artigo →A calamidade no Rio Grande do Sul mostrou que a exceção não é apenas uma medida jurídica extrema: é a forma pela qual o capitalismo distribui proteção aos patrimônios e risco aos trabalhadores. A emergência passa quando a rotina precária pe…
Ler artigo →As enchentes do Rio Grande do Sul mostraram que o Estado de bem-estar social não é abstração europeia nem favor governamental: é a rede material que impede trabalhadores de serem abandonados quando o mercado perde a capacidade de organizar…
Ler artigo →A discussão brasileira sobre a escala 6x1 expôs mais que jornadas exaustivas: revelou a obrigação de chamar de escolha e gratidão aquilo que produz cansaço, culpa e silêncio. A felicidade compulsória é uma tecnologia ideológica para adminis…
Ler artigo →O conflito em torno dos dividendos extraordinários da Petrobras expôs uma ordem em que o valor para acionistas pesa mais que investimento, emprego e política pública. A financeirização chega ao cotidiano como meta, corte, dívida e trabalho…
Ler artigo →A trama golpista que culminou no 8 de Janeiro não foi um delírio externo à sociedade brasileira: ela mobilizou o medo produzido pela precarização para proteger privilégios de classe. Enxergá-la assim impede que a democracia seja reduzida ao…
Ler artigo →O debate brasileiro sobre o fim da jornada 6x1 expõe a hegemonia cultural em ação: o direito ao descanso é traduzido como ameaça à economia, enquanto a exaustão aparece como virtude individual. Enxergar essa inversão muda o sentido político…
Ler artigo →O debate brasileiro sobre o fim da escala 6x1 expôs que a jornada de trabalho não é apenas uma regra contratual: é a forma pela qual o capital organiza o cansaço, o consumo e a ausência de quem trabalha. Reduzir horas é disputar tempo para…
Ler artigo →O debate brasileiro sobre o fim da escala 6x1 expõe que a luta de classes não é uma abstração: ela organiza o tempo, o corpo e a sobrevivência de quem vive do salário. O conflito começa quando o lucro trata a vida do trabalhador como custo…
Ler artigo →A massa bolsonarista que invadiu Brasília em 8 de janeiro não nasceu de um excesso de política, mas da atomização social que o capitalismo organiza. Entender sua formação revela por que a precariedade cotidiana pode ser capturada pela menti…
Ler artigo →A militarização da política brasileira não ficou confinada aos quartéis ou à tentativa de golpe: ela normaliza a obediência e o inimigo interno, disciplinando também quem trabalha. Enxergá-la assim revela que democracia não sobrevive onde d…
Ler artigo →O negacionismo da pandemia não foi um erro de informação: foi uma política para manter trabalhadores expostos, dissolver responsabilidades e transformar a sobrevivência em escolha individual. Enxergá-lo assim impede que sua violência seja r…
Ler artigo →O populismo bolsonarista transformou a revolta legítima de trabalhadores precarizados em lealdade a um chefe, sem tocar no poder econômico que produz essa precarização. Enxergá-lo no cotidiano do trabalho permite recusar a falsa escolha ent…
Ler artigo →As enchentes no Rio Grande do Sul expuseram como o espetáculo converte catástrofe, solidariedade e trabalho em imagens circuláveis. Ver essa mediação não exige desprezar a ajuda, mas perguntar quem aparece, quem lucra e quem continua carreg…
Ler artigo →A disputa pelo fim da escala 6x1 expõe a superestrutura em funcionamento: leis, imprensa, moral religiosa e discurso empresarial transformam a exaustão produzida pelo capital em dever individual. Enxergá-la permite recusar a culpa e localiz…
Ler artigo →Em 2022, o voto útil contra Bolsonaro foi uma defesa necessária da vida democrática. Mas, quando a sobrevivência eleitoral vira método permanente, a classe trabalhadora passa a escolher apenas dentro do medo que o próprio sistema produz.
Ler artigo →As enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul expuseram que conexão, energia e plataformas não são apoios abstratos à vida social: são condições privatizadas de sobrevivência e trabalho. Quando falham, a desigualdade deixa de ser promessa e vir…
Ler artigo →O 8 de Janeiro revelou que a multidão não é uma força espontânea fora da política: ela pode ser organizada por interesses de classe, redes digitais e ressentimentos produzidos no cotidiano do trabalho. A massa bolsonarista foi mobilizada co…
Ler artigo →A reforma trabalhista não é apenas uma alteração legal de 2017: ela organiza o cansaço, a insegurança e a submissão cotidiana de quem depende do salário. O debate recente sobre a escala 6x1 tornou visível aquilo que a promessa de modernizaç…
Ler artigo →A crise da mentira sobre a suposta taxação do Pix mostrou como a milícia digital transforma medo econômico em arma política. Sua eficácia depende menos de robôs isolados do que da precariedade material e da indústria organizada de ressentim…
Ler artigo →Polarização não é apenas a divisão de opiniões: no capitalismo brasileiro, ela converte a insegurança social em guerra moral e protege as relações que produzem desigualdade. Entender seu significado exige separar antagonismo de classe e esp…
Ler artigo →Abstenção é a ausência do eleitor na votação, distinta do voto branco e do nulo. Mais que uma escolha individual, ela revela barreiras materiais, descrença política e uma democracia organizada sob desigualdade.
Ler artigo →Antipetismo é mais que crítica ao PT: é uma ideologia que transforma o partido em causa total dos males nacionais e protege as estruturas de poder que produzem desigualdade. Entender essa diferença explica sua força e seus usos políticos.
Ler artigo →O bolsonarismo não sobrevive apenas como preferência eleitoral: ele reorganiza a vida cotidiana pela humilhação, pela competição e pelo medo. No trabalho precarizado, sua promessa de ordem transforma direitos em privilégios e exploração em…
Ler artigo →O debate sobre a jornada 6x1 expôs que a mais-valia absoluta não pertence ao século XIX: ela organiza o comércio, os serviços e a disponibilidade permanente exigida de quem trabalha no Brasil.
Ler artigo →A sociedade do cansaço aparece no Brasil menos como abstração psicológica do que como rotina material: jornadas que consomem a vida e exigem que o trabalhador chame de mérito a própria exaustão. O debate sobre a escala 6x1 revelou esse conf…
Ler artigo →A enchente no Rio Grande do Sul revelou uma contradição ordinária do capitalismo: casas, alimentos, transporte e trabalho só atendem necessidades enquanto passam pelo filtro da propriedade e do lucro. Enxergar o valor de uso muda o modo de…
Ler artigo →A democracia liberal brasileira promete igualdade política enquanto conserva, fora da urna, o poder econômico que organiza a vida, a informação e o Estado. O bolsonarismo revelou que essa forma política não apenas falha em deter o fascismo:…
Ler artigo →A abstenção eleitoral não pode ser lida como falha moral de quem não vota. No Brasil desigual, ela exprime também o esvaziamento material da democracia por um Estado que convoca o eleitor, mas o abandona entre uma eleição e outra.
Ler artigo →A sequência dos si do, tratada como exercício inocente de teoria musical, expõe uma pedagogia que separa técnica, trabalho e sensibilidade. Na escola precarizada, a música corre o risco de virar treinamento de execução, não formação para es…
Ler artigo →No Brasil, o conservadorismo não é simples apego à tradição: é a defesa seletiva de hierarquias de classe, raça e gênero, mesmo quando isso exige destruir instituições e direitos. O bolsonarismo revelou essa contradição sem disfarces.
Ler artigo →O lawfare não é apenas o uso abusivo da lei contra um adversário: é uma operação política que transforma seletividade judicial, espetáculo midiático e punição antecipada em instrumentos de reorganização do poder. O caso de Lula e da Lava Ja…
Ler artigo →A definição de fascismo não se esgota em símbolos ou ditaduras históricas: ela exige entender como crises capitalistas transformam medo social em autorização para violência, hierarquia e destruição política. O bolsonarismo brasileiro tornou…
Ler artigo →O neofascismo transforma frustração social em ódio organizado e oferece violência, mercado e autoridade como resposta à crise produzida pelo próprio capitalismo. No Brasil, o bolsonarismo deu a essa operação uma forma popular, digital e ins…
Ler artigo →A polarização nas plataformas não é um desvio involuntário do debate público: é uma mercadoria produzida por sistemas que lucram com atenção, ressentimento e conflito. Ao transformar política em torcida, esse modelo esvazia a luta de classe…
Ler artigo →Milícias digitais não são um desvio espontâneo das redes, mas uma forma organizada de produção política do ódio. Seu negócio combina financiamento, comando, exploração de trabalho precário e conversão de engajamento em poder.
Ler artigo →A guerra cultural desloca a atenção pública de salário, jornada, moradia e tributação para conflitos morais sem fim. Enquanto a população disputa símbolos, a classe dominante preserva seus privilégios e aprofunda a exploração do trabalho.
Ler artigo →A desinformação não nasce de uma simples carência de informação: ela integra uma cadeia econômica e política que transforma medo, ressentimento e mentira em audiência, lucro e poder. Nas plataformas, a verdade perde para aquilo que mantém m…
Ler artigo →O marketing político transforma candidatos em imagens, programas em mercadorias e eleitores em consumidores. Na sociedade do espetáculo, a desigualdade de acesso aos meios de comunicação converte capital de mídia em poder político.
Ler artigo →A fala recente de Alysson Mascaro recoloca um problema central da esquerda brasileira: não basta disputar instituições ou corrigir opiniões, é preciso disputar os desejos populares. Lida à luz da crítica ao intelectualismo de classe, essa t…
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Ler artigo →A Psicologia das Multidões e o Ódio a Lula - - A Psicologia das Multidões e o Ódio a Lula: Entendendo Emoções Coletivas Nos últimos três meses, tenho conversado com colegas que resumem o governo Lula, tanto do ponto de vista político quanto…
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