Contradição do Capitalismo em um Slide
"... Associado ao avanço tecnológico, o trabalho tende a desmaterializar-se e a intelectualizar-se. O capital, por sua vez, valoriza essa intelectualização, mas…
Textos sobre contratos intermitentes, trabalho em aplicativos, salários incertos, espera, sofrimento e políticas que organizam a precarização do trabalho.
Os textos que melhor apresentam o eixo desta editoria.
Precarização não é apenas ganhar menos ou trabalhar mais: é a transferência dos riscos do capital para quem trabalha, apresentada como liberdade, mérito e empreendedorismo.
Ler artigo →O lumpemproletariado não designa simplesmente os pobres: é uma categoria política para entender como o capitalismo produz vidas descartáveis e as oferece à manipulação autoritária.
Ler artigo →Capitalismo não é apenas mercado ou propriedade privada: é uma relação social que transforma tempo, trabalho e necessidades em fontes de lucro. O entregador de aplicativo revela essa lógica em sua forma mais brutal.
Ler artigo →O objetivo do capitalismo não é atender necessidades humanas, mas transformar dinheiro em mais dinheiro. No Brasil, essa lógica aparece no aplicativo, no call center e na promessa ideológica do empreendedorismo.
Ler artigo →A mais-valia não desapareceu com a tecnologia: ela foi reorganizada por aplicativos que transferem riscos, custos e tempo não pago ao trabalhador brasileiro.
Ler artigo →A exploração contemporânea combina jornadas estendidas e produtividade algorítmica. Do entregador ao professor, a tecnologia reorganiza a mais-valia sem abolir a velha dependência do trabalho assalariado.
Ler artigo →A mais-valia relativa não desapareceu com a tecnologia: ela se atualizou em algoritmos, metas e plataformas que barateiam o trabalho necessário enquanto ampliam o controle sobre quem trabalha.
Ler artigo →A exploração contemporânea combina a extensão brutal da jornada com a produtividade controlada por algoritmos. No Brasil, aplicativos e empresas transformam tecnologia em instrumento de extração, não de emancipação.
Ler artigo →O desemprego estrutural não resulta de escolhas individuais, mas da forma como o capitalismo reorganiza a produção, substitui trabalho e mantém uma massa disponível para aceitar salários menores.
Ler artigo →Traduzir gig economy como economia dos bicos ou do trabalho sob demanda não é uma escolha neutra: os termos podem esconder a precarização brasileira administrada por plataformas e vendida como empreendedorismo.
Ler artigo →O significado do capitalismo aparece quando a liberdade de escolha encobre a necessidade de vender trabalho. No Brasil, plataformas, escolas e empresas transformam exploração em mérito individual.
Ler artigo →O capitalismo transforma a precarização em escolha individual. No trabalho por aplicativo, a promessa de autonomia encobre controle algorítmico, transferência de riscos e uma nova forma de exploração.
Ler artigo →Socialismo não é uma promessa abstrata nem sinônimo de Estado forte: é a disputa pela propriedade e pelo controle do trabalho. A experiência dos entregadores revela por que essa disputa continua atual no Brasil.
Ler artigo →O materialismo histórico não é uma fórmula escolar, mas um método para revelar como a uberização reorganiza a exploração. No trabalho dos entregadores, a promessa de autonomia encobre dependência, controle e luta de classes.
Ler artigo →Ideologia capitalista não é apenas um conjunto de ideias sobre mercado: é a prática diária que transforma a exploração em escolha individual. O entregador por aplicativo revela como a liberdade prometida pelo empreendedorismo encobre comand…
Ler artigo →Mais-valia não é uma definição escolar sobre o lucro: é o mecanismo pelo qual o trabalho do entregador, do professor e do operador de call center produz riqueza apropriada por quem controla a empresa. Nas plataformas, essa exploração ganha…
Ler artigo →O simulacro do empreendedor de aplicativo transforma a subordinação algorítmica em liberdade individual. Ao vender autonomia onde há controle, as plataformas atualizam a alienação do trabalho e tornam a precariedade socialmente desejável.
Ler artigo →Capitalismo não é apenas mercado ou propriedade privada: é a organização social em que quem trabalha produz riqueza sob comando de quem possui os meios de produzi-la. No Brasil das plataformas, essa relação aparece sob a máscara do empreend…
Ler artigo →Capitalismo não é apenas mercado ou propriedade privada: é a relação social que obriga quem trabalha a vender sua força de trabalho enquanto poucos controlam os meios de produzir, circular e lucrar. No Brasil das plataformas, a mochila do e…
Ler artigo →Nas ondas de calor que atravessam as cidades brasileiras, aplicativos transformam a resistência física do entregador em dado, rota e lucro. O biopoder contemporâneo não apenas administra a vida: extrai valor de corpos expostos e chama essa…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores de aplicativo revelou que o burnout não nasce da fragilidade de quem trabalha, mas de um regime que administra cada minuto, transfere riscos e chama exaustão de empreendedorismo.
Ler artigo →A opacidade algorítmica não é uma falha técnica acidental: é a forma pela qual plataformas comandam o trabalho sem assumir o papel de empregadoras. O Breque dos Apps revelou que, por trás da conveniência da entrega, há uma gestão que pune,…
Ler artigo →A greve dos entregadores de aplicativo expõe o capital em movimento: plataformas transformam tempo, risco e necessidade em lucro, enquanto chamam exploração de autonomia. Enxergá-lo assim muda o sentido da compra rápida e da promessa empree…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores em abril de 2025 expôs o que o aplicativo procura esconder: por trás da conveniência digital, há uma relação de trabalho sem direitos e submetida ao comando do algoritmo. Enxergar essa engrenagem muda o sentid…
Ler artigo →O capitalismo disruptivo aparece no trabalho por aplicativo como uma operação política: a tecnologia privatiza ganhos, distribui riscos e chama de inovação a rebaixa dos direitos. A paralisação dos entregadores expõe o conflito que o discur…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores de aplicativo expôs um cinismo organizado: plataformas, consumidores e Estado conhecem a precariedade, mas preservam a ficção do empreendedor autônomo. Enxergá-la muda o alvo da crítica, da culpa individual pa…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores de aplicativo expôs a concentração de renda como relação cotidiana de trabalho: quem produz a circulação da cidade assume custos e riscos, enquanto plataformas transformam essa dependência em lucro e poder.
Ler artigo →A paralisação dos entregadores de aplicativo expõe que a conveniência digital depende de uma massa de trabalhadores submetida ao risco, ao comando algorítmico e à renda incerta. Ver essa contradição altera o sentido político de cada pedido…
Ler artigo →A cultura organizacional das plataformas transforma o entregador em "parceiro" para exigir dele disponibilidade, gratidão e desempenho sem reconhecer plenamente o vínculo de trabalho. O Breque dos Apps expôs a recusa coletiva a essa fábrica…
Ler artigo →A greve dos entregadores de aplicativo expôs que a economia da atenção não vende apenas anúncios: ela administra a visibilidade da exploração. Para quem trabalha, disputar o olhar público tornou-se uma tarefa adicional, enquanto a plataform…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores em 2025 expôs o conflito que a ideologia das plataformas tenta esconder: a autonomia prometida ao trabalhador serve para transferir a ele todos os custos e riscos do negócio.
Ler artigo →O excedente econômico não é uma abstração de manual: ele aparece na corrida mal paga, no tempo de espera não remunerado e no risco que as plataformas transferem ao entregador. A luta por tarifa e proteção revela quem controla a riqueza prod…
Ler artigo →O fetichismo da mercadoria organiza a experiência dos aplicativos de entrega: o pedido parece surgir de uma eficiência técnica, enquanto o trabalho, o risco e a exploração do entregador são apagados. Enxergar esse mecanismo muda o sentido p…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores em 2025 expôs que o gerenciamento algorítmico não é uma inovação neutra: é uma forma de comando que fragmenta trabalhadores, obscurece a exploração e pune sem rosto. Enxergá-lo muda o modo como lemos cada entr…
Ler artigo →O Gestell aparece no trabalho de plataforma quando o entregador deixa de ser sujeito e passa a ser uma variável gerida por mapas, taxas e metas. Enxergá-lo é recusar a mentira de que a precarização é apenas uma escolha tecnológica inevitáve…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores em 2025 mostrou que a gig economy não é uma inovação neutra: é uma forma de comando empresarial que esconde patrão, transfere custos e individualiza o risco. Enxergá-la muda também a forma de olhar para cada p…
Ler artigo →O intelectual orgânico não é uma figura separada do trabalho: ele emerge quando trabalhadores transformam experiência dispersa em linguagem, organização e disputa de hegemonia. As mobilizações de entregadores revelam essa batalha contra a i…
Ler artigo →A greve dos entregadores de aplicativo revelou que a plataforma não apenas explora o trabalho: ela convoca cada trabalhador a se reconhecer como empreendedor. Enxergar essa chamada ideológica é o primeiro passo para recusar a culpa individu…
Ler artigo →A mais-valia ideológica aparece quando plataformas transformam o entregador em divulgador, disciplinador de si mesmo e defensor de uma empresa que o mantém sem direitos. O Breque dos Apps expôs o conflito entre a identidade vendida pela mar…
Ler artigo →A mercadoria não é apenas o produto que compramos: é a forma que torna invisível o trabalho e submete necessidades humanas ao cálculo da venda. As mobilizações de entregadores revelam o conflito escondido em cada pedido feito por aplicativo…
Ler artigo →A visibilidade nas plataformas é vendida como recompensa individual, mas funciona como uma disputa desigual controlada por dinheiro, redes e algoritmos. A paralisação dos entregadores de 2024 mostrou que, para quem trabalha, aparecer é tamb…
Ler artigo →O modo de produção não é uma abstração de manual: ele organiza o tempo, o risco e a fome de quem entrega por aplicativo. A luta dos entregadores revela que a tecnologia não superou a exploração; apenas lhe deu uma interface mais opaca.
Ler artigo →A paralisação dos entregadores em 2025 revelou que a plataforma não é uma intermediária neutra, mas uma forma de comando que controla trabalho sem assumir as obrigações de um empregador. Enxergar isso muda o sentido de cada pedido entregue…
Ler artigo →A razão instrumental aparece no trabalho por aplicativo quando toda decisão é otimizada para velocidade e lucro, enquanto a vida de quem entrega vira uma variável descartável. A greve dos entregadores tornou visível o conflito que a interfa…
Ler artigo →A proposta de regular o trabalho por aplicativos expôs uma operação típica de revolução passiva: reconhecer parte da precariedade para preservá-la como modelo de negócio. O entregador ganha uma promessa de proteção, mas continua fora do vín…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores em 2025 expôs uma operação central do capitalismo de plataforma: chamar de autonomia uma remuneração que transfere custos, riscos e controle para quem trabalha. Enxergar o salário nessa engrenagem muda o senti…
Ler artigo →O score de reputação transforma o entregador em administrador ansioso da própria submissão. Nas plataformas, a avaliação opaca não mede mérito: organiza a concorrência entre trabalhadores e pune quem tenta interromper a máquina.
Ler artigo →A paralisação dos entregadores de aplicativo revelou que o controle no trabalho de plataforma não precisa de chefe visível nem de fábrica fechada. Ele opera por notas, mapas, incentivos e punições opacas que transformam toda a vida disponív…
Ler artigo →O breque dos entregadores expõe o limite do solucionismo tecnológico: plataformas vendem conveniência e eficiência enquanto transferem para quem trabalha os custos, os riscos e a desproteção da circulação urbana.
Ler artigo →A subsunção real do trabalho aparece na rotina do entregador por aplicativo quando o algoritmo reorganiza tempo, corpo e renda sem assumir a figura visível de um patrão. A promessa de autonomia encobre uma fábrica dispersa pela cidade.
Ler artigo →A paralisação dos entregadores de aplicativo expõe o núcleo do trabalho digital: plataformas vendem autonomia enquanto organizam, medem e punem trabalhadores por meio de sistemas opacos. Enxergar essa relação muda o sentido de cada pedido f…
Ler artigo →A mobilização dos entregadores em 2025 expôs a fraude central da uberização: a plataforma vende autonomia enquanto transfere ao trabalhador os custos, os riscos e a espera. Enxergar esse mecanismo muda o sentido político de cada entrega rec…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores de aplicativo expõe como o trabalho socialmente necessário deixa de ser uma abstração econômica e vira comando algorítmico sobre corpos, trajetos e rendas. O tempo médio que organiza a mercadoria também organi…
Ler artigo →O trabalho sob demanda não vende apenas entregas, corridas ou tarefas: ele transforma a espera sem remuneração em custo privado e chama isso de autonomia. A paralisação dos entregadores em 2025 tornou visível a classe que sustenta a conveni…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores em 2024 expôs que o valor de troca não organiza apenas o preço da comida: ele converte tempo, risco e corpo trabalhador em custo a ser comprimido. O aplicativo vende conveniência enquanto transfere sua conta p…
Ler artigo →A greve dos entregadores expõe como o autoengano neoliberal transforma exploração em escolha individual. A promessa de autonomia sobre duas rodas protege as plataformas justamente quando a realidade do trabalho exige organização coletiva.
Ler artigo →A composição orgânica do capital ajuda a ler por que plataformas lucram sem parecerem fábricas: elas concentram software, dados e comando, enquanto transferem bicicleta, moto e risco ao trabalhador. O Breque dos Apps expôs essa engrenagem n…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores de aplicativo revela uma consciência que já identifica a exploração, mas ainda disputa direitos dentro da forma de trabalho que a explora. Entender esse limite é o primeiro passo para não transformar sobrevivê…
Ler artigo →A validação do contrato intermitente pelo STF não resolveu a precariedade: deu respaldo jurídico a uma relação em que a empresa compra horas e o trabalhador entrega sua vida inteira à disponibilidade.
Ler artigo →A paralisação dos entregadores expõe que a dependência tecnológica não se mede apenas na balança comercial: ela organiza o salário, o tempo e a capacidade de luta de quem trabalha sob plataformas. Ver essa engrenagem desloca o problema do u…
Ler artigo →A greve dos entregadores expôs que a divisão do trabalho nas plataformas não eliminou a fábrica: ela a espalhou pela cidade, concentrou o comando no algoritmo e transferiu os custos a quem pedala e dirige. A conveniência do consumidor depen…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores de aplicativo expõe que a tecnologia não aboliu o conflito entre capital e trabalho: apenas o transferiu para o algoritmo, a rua e o celular do trabalhador. As forças produtivas avançam, mas permanecem submeti…
Ler artigo →A greve dos entregadores de aplicativo expôs a farsa do trabalhador convertido em empresa individual: enquanto assume custos, riscos e culpa, a plataforma conserva o comando e captura o valor. Enxergar esse mecanismo muda o alvo da indignaç…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores de aplicativo revelou mais que um conflito por tarifas: mostrou como a plataforma transforma exploração em escolha individual. O homem unidimensional não é apenas quem consome sem questionar, mas quem trabalha…
Ler artigo →O impeachment de Dilma Rousseff abriu uma reorganização do poder que conservou os ritos institucionais e alterou o custo da vida de quem trabalha. O golpe brando não termina na troca de governo: ele reaparece na jornada, no salário e na red…
Ler artigo →A greve dos entregadores de aplicativo expõe o limite do individualismo metodológico: a decisão aparentemente pessoal de trabalhar por conta própria é produzida por desemprego, plataformas e necessidade. Ler a classe onde se vende autonomia…
Ler artigo →A regulamentação da reforma tributária revela o limite de uma mudança que pode aliviar o consumo popular, mas preserva a estrutura que desloca a carga fiscal para quem vive do trabalho. O sentido de uma reforma depende da força social que a…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores de aplicativo expôs a mentira do empreendedorismo individual: onde a plataforma vê parceiros dispersos, a luta coletiva revela uma classe trabalhadora. O sindicalismo volta a ser necessário justamente onde o c…
Ler artigo →A queda tendencial da taxa de lucro não é uma fórmula abstrata: ela aparece na pressão das plataformas para extrair mais trabalho de entregadores enquanto vendem a fantasia de eficiência tecnológica. No Brasil, a máquina não eliminou o trab…
Ler artigo →A precarização deixou de ser uma anomalia do emprego para se tornar a forma pela qual o capital organiza trabalho, risco e submissão no Brasil. Plataformas, metas e empreendedorismo transferem custos ao trabalhador e chamam essa violência d…
Ler artigo →A busca por “masi valia” aponta para uma intuição correta, ainda que escrita fora da norma: alguém produz mais valor do que recebe. A mais-valia segue sendo a chave para entender a precarização brasileira sob a aparência de autonomia e inov…
Ler artigo →O trabalho intermitente não é uma simples modalidade contratual flexível: é a legalização da espera sem remuneração. Ao transferir para o trabalhador o risco da oscilação do mercado, ele radicaliza a precarização do emprego no Brasil.
Ler artigo →Austeridade não é uma técnica neutra para organizar contas públicas, mas uma política de classe que transfere o custo das crises para quem vive do trabalho. No Brasil, ela preserva credores e rentistas enquanto torna serviços públicos e vid…
Ler artigo →Mais-valia não é um jargão distante: é o nome da parcela do trabalho produzida e apropriada por quem controla os meios de produção. Entendê-la permite enxergar a exploração por trás do salário, da plataforma e da meritocracia.
Ler artigo →Pauperização é o processo pelo qual a vida da classe trabalhadora se torna mais insegura, expropriada e subordinada, mesmo quando há emprego. Ela revela que pobreza não é acidente do capitalismo, mas uma de suas formas de funcionamento.
Ler artigo →Pauperização é o processo pelo qual trabalhadores e parcelas populares têm suas condições materiais de vida degradadas ou impedidas de acompanhar a riqueza social produzida. Não designa apenas miséria extrema: revela uma relação estrutural…
Ler artigo →A mais-valia não é uma abstração escolar de Marx: é o nome da diferença entre a riqueza produzida pelo trabalhador e a parcela que lhe retorna como salário. No capitalismo de plataforma, ela reaparece sob a máscara da autonomia e da inovaçã…
Ler artigo →Socialismo não é uma definição de apostila nem a simples ampliação do Estado: é a disputa pela propriedade e pelo comando social da produção. O cotidiano dos entregadores de aplicativo mostra por que essa questão permanece aberta no Brasil.
Ler artigo →A teoria crítica ganha corpo quando confronta a retórica das plataformas com a jornada, o risco e a dependência de quem entrega comida nas cidades brasileiras. Ler essa contradição altera o modo de enxergar a tecnologia e a própria posição…
Ler artigo →Trabalho concreto é a atividade determinada que produz valores de uso: cozinhar, programar, ensinar, transportar, cuidar. Em Marx, ele não desaparece sob o capitalismo, mas é subordinado ao trabalho abstrato, medida social do valor e da exp…
Ler artigo →Pauperização não é apenas miséria extrema: é o processo pelo qual o capitalismo reduz as condições materiais, o tempo e o poder coletivo de quem trabalha, mesmo quando há emprego e crescimento econômico.
Ler artigo →Pauperização é o processo pelo qual a vida da classe trabalhadora se deteriora, mesmo quando ela trabalha mais e produz mais riqueza. No capitalismo brasileiro, ela combina salário rebaixado, dívida, serviços públicos mutilados e a transfor…
Ler artigo →A mais-valia não desapareceu sob a linguagem das plataformas: ela se torna mais opaca quando o entregador assume custos, riscos e espera para que a empresa venda velocidade como serviço.
Ler artigo →A austeridade não é uma administração técnica da escassez, mas uma política de classe que preserva credores e patrimônios ao transferir a crise para os serviços públicos e para o trabalho.
Ler artigo →A definição de socialismo não cabe na oposição escolar entre Estado e mercado: ela diz respeito ao controle coletivo da produção. O entregador de aplicativo revela, no Brasil, por que direitos isolados não bastam para superar a exploração.
Ler artigo →O significado da dialética não está numa fórmula escolar de tese, antítese e síntese, mas na contradição material que organiza a vida. A rotina do entregador de aplicativo revela como a liberdade prometida pela plataforma produz uma nova fo…
Ler artigo →A definição de capitalismo não está nos verbetes que o tratam como simples mercado, mas na relação social que obriga milhões a vender sua força de trabalho para sobreviver. No Brasil das plataformas, a liberdade prometida ao trabalhador rev…
Ler artigo →Austeridade não é uma técnica neutra de controle das contas públicas: é uma política de classe que preserva credores, patrimônios e lucros enquanto transforma direitos sociais em despesas a cortar. No Brasil, o teto de gastos revelou essa e…
Ler artigo →A dialética das plataformas revela que a liberdade prometida ao entregador brasileiro é a forma contemporânea de sua dependência. Quanto mais o aplicativo celebra autonomia, mais transfere custos, riscos e comando para quem trabalha.
Ler artigo →A consciência de classe dos entregadores não nasce de uma aula sobre Marx, mas do choque entre a promessa de autonomia das plataformas e a disciplina brutal que organiza cada corrida. O desafio é transformar uma experiência individual de ex…
Ler artigo →O fetichismo das plataformas não está apenas na mercadoria, mas na tela que faz parecer técnica uma relação de exploração. No trabalho por aplicativo, o algoritmo transforma decisões empresariais em destino impessoal e vende precariedade co…
Ler artigo →O fetichismo não está apenas nas mercadorias: ele transforma o algoritmo em autoridade neutra e faz o trabalhador precarizado interpretar uma exploração planejada como fracasso pessoal.
Ler artigo →A hegemonia neoliberal não se sustenta apenas pela violência econômica: ela transforma a precarização do trabalho em escolha individual. O entregador de aplicativo brasileiro é convocado a celebrar como autonomia aquilo que o submete ao alg…
Ler artigo →Socialismo não é uma palavra para decorar nem um Estado que administra a miséria. É a transformação das relações de propriedade e poder que hoje submetem quem trabalha, como o entregador de aplicativo brasileiro, ao comando impessoal do cap…
Ler artigo →As hegemonias do capitalismo de plataforma não se sustentam apenas pela exploração do entregador, mas pela fabricação cotidiana de seu consentimento. O aplicativo transforma subordinação em autonomia e precariedade em sonho empreendedor.
Ler artigo →Capitalismo não é apenas mercado ou propriedade privada: é uma relação social que transforma tempo, corpos e necessidades em fonte de lucro. A rotina dos entregadores de aplicativo no Brasil expõe essa definição que os manuais costumam esco…
Ler artigo →Burguesia não é sinônimo de pessoa rica, mas a classe que controla os meios de produzir, organizar e explorar o trabalho. No capitalismo de plataforma brasileiro, seu poder aparece menos na figura do patrão e mais nas regras impessoais do a…
Ler artigo →O conceito de capitalismo importa menos como definição escolar do que como instrumento para enxergar a relação social que transforma tempo, risco e vida em lucro. No Brasil das plataformas, o entregador revela a engrenagem que a retórica do…
Ler artigo →O capitalismo de vigilância não se resume à coleta de dados: ele transforma cada gesto em matéria-prima para controlar, classificar e baratear o trabalho. No Brasil, a rotina do entregador revela como a liberdade prometida pelas plataformas…
Ler artigo →Capitalismo não significa apenas mercado ou propriedade privada: significa uma relação social que obriga milhões a vender sua força de trabalho para sobreviver. O entregador de aplicativo brasileiro revela como essa coerção é mascarada de a…
Ler artigo →A Escola de Frankfurt ajuda a enxergar que a plataforma não explora apenas o trabalho do entregador: ela organiza seus desejos, sua linguagem e sua percepção da exploração como oportunidade.
Ler artigo →A desindustrialização brasileira não foi um acidente tecnológico: resultou de escolhas políticas que rebaixaram o trabalho, substituindo empregos industriais mais estáveis por serviços informais, plataformizados e mal remunerados.
Ler artigo →A mais-valia não é uma abstração antiga: ela explica por que a tecnologia, a produtividade e a promessa de empreendedorismo ampliam a exploração sem libertar quem trabalha. No capitalismo de plataformas, o roubo aparece como oportunidade.
Ler artigo →A austeridade não é uma necessidade técnica, mas uma escolha de classe: corta serviços dos quais depende a maioria e preserva os fluxos de renda para os detentores da dívida e do capital financeiro.
Ler artigo →A reforma trabalhista, as PECs de austeridade e o MEI imposto como condição de contratação compõem um mesmo desenho: transferir ao trabalhador os custos, os riscos e a insegurança do trabalho.
Ler artigo →A uberização não emancipou o trabalhador: ela transferiu custos, riscos e disciplina para quem trabalha, vendendo precarização como autonomia. O entregador de aplicativo é apresentado como patrão de si, mas continua subordinado à lógica imp…
Ler artigo →"... Associado ao avanço tecnológico, o trabalho tende a desmaterializar-se e a intelectualizar-se. O capital, por sua vez, valoriza essa intelectualização, mas na sua contradição, também se nutre da precarização do trabalho, expressa atrav…
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