Big Data e Plataformas Globais: Capitalismo Disruptivo, Ideologia e Alienação
Analisa como algoritmos, Big Data e plataformas digitais operam como dispositivos ideológicos do capitalismo contemporâneo, capturando atenção, moldando subjeti…
Artigos sobre tecnologia, alienação, controle, algoritmos, plataformas e trabalho, examinando como esses dispositivos organizam a vida social e as relações de produção.
Os textos que melhor apresentam o eixo desta editoria.
A paralisação do Mercado Livre não é apenas uma falha técnica: ela revela a dependência de consumidores, vendedores e trabalhadores diante de uma infraestrutura privada que organiza o comércio sem transparência nem controle social.
Ler artigo →A neopolítica não supera a luta de classes: reorganiza-a por plataformas que transformam indignação em audiência, participação em dados e conflito social em disputa permanente de atenção.
Ler artigo →A busca por mercado livre greve revela mais que uma possível paralisação: expõe a cadeia de trabalhadores que sustenta a promessa de entrega rápida e o poder dos algoritmos sobre ela.
Ler artigo →Uma plataforma digital não é apenas um aplicativo que conecta usuários e serviços. No capitalismo brasileiro, ela organiza trabalho, circulação e consumo enquanto transfere riscos aos trabalhadores e transforma dados em poder econômico.
Ler artigo →O meio de produção contemporâneo também é a plataforma digital que organiza o trabalho, coleta dados e define remunerações. No caso dos entregadores, a tecnologia concentra poder enquanto vende a fantasia do empreendedorismo.
Ler artigo →Os meios de produção do capitalismo digital não estão apenas nas fábricas: estão nos aplicativos, nos dados e na infraestrutura que organizam o trabalho. A plataforma transforma autonomia aparente em dependência real.
Ler artigo →O tecnofeudalismo descreve a concentração de poder nas plataformas, mas não substitui o capitalismo: reorganiza a exploração em torno de rendas digitais, algoritmos e dependência tecnológica.
Ler artigo →O proletariado brasileiro não desapareceu com a tecnologia: foi fragmentado em entregadores, professores precarizados e trabalhadores de plataforma, submetidos a novas formas de controle e extração de valor.
Ler artigo →Plataformas digitais não são apenas ferramentas de conexão: são empresas que organizam mercados, extraem dados e transferem riscos aos trabalhadores. No Brasil, a promessa de autonomia encobre uma nova forma de comando e alienação.
Ler artigo →Práxis não é a aplicação escolar de uma teoria, mas a transformação coletiva das condições que produzem a exploração. A luta dos entregadores de aplicativo mostra por que pensar o trabalho exige intervir contra o poder das plataformas.
Ler artigo →A automação parcial não precisa eliminar postos para cumprir sua função capitalista: basta conservar o trabalhador e retirar dele o comando sobre o próprio saber. A digitalização da escola pública paulista expõe como plataformas convertem o…
Ler artigo →A paralisação dos entregadores de aplicativo em 2025 expôs como a colonialidade organiza o trabalho de plataforma no Brasil. A tecnologia atualiza uma velha hierarquia: corpos racializados assumem o risco, enquanto empresas transformam expl…
Ler artigo →O colonialismo de dados aparece no trabalho por aplicativo quando cada entrega produz informação que a plataforma converte em comando, lucro e dependência. O caso dos breques dos entregadores revela que a disputa não é só por tarifa: é pelo…
Ler artigo →O viés algorítmico não aparece apenas em decisões automatizadas sobre crédito ou polícia: ele organiza o trabalho de entregadores por meio de metas, avaliações e punições opacas. No capitalismo de plataforma, a desigualdade vira dado e o da…
Ler artigo →A disputa em torno do trabalho por aplicativos revela que a infraestrutura econômica não é uma abstração: ela organiza ruas, dados, jornadas e direitos para transformar trabalhadores em peças descartáveis da logística urbana.
Ler artigo →Panóptico digital é um sistema de vigilância que transforma dados cotidianos em poder de classificação, previsão e comando. Mais do que observar pessoas, as plataformas organizam seu comportamento e extraem valor dele.
Ler artigo →Obsolescência percebida é a produção social da sensação de que um produto ainda útil se tornou inadequado. Mais que estratégia de marketing, ela converte tecnologia, status e ansiedade em ciclos de consumo que aprofundam alienação e desigua…
Ler artigo →Vigilinvia alienada nomeia, ainda que de modo impreciso, a vigilância incorporada à rotina de quem trabalha sob plataformas, metas e avaliações. Não é apenas controle externo: é a conversão do trabalhador em fiscal de si mesmo.
Ler artigo →Colonialismo de dados é a apropriação sistemática de informações produzidas pela vida cotidiana para convertê-las em lucro, vigilância e poder. Mais que uma metáfora, ele atualiza a lógica colonial ao submeter territórios sociais inteiros à…
Ler artigo →O colonialismo de dados transforma relações, hábitos e informações em matéria-prima para lucro, vigilância e controle político. Não é simples coleta tecnológica: é uma nova etapa da expropriação capitalista sobre a vida cotidiana.
Ler artigo →O colonialismo de dados transforma experiências, relações e deslocamentos em matéria-prima apropriada por plataformas e Estados. Não é mera coleta tecnológica: é uma forma contemporânea de expropriação que reorganiza trabalho, consumo e pod…
Ler artigo →Colonialismo de dados é a apropriação sistemática de informações sobre a vida coletiva para convertê-las em lucro, controle e poder político. A analogia colonial só é rigorosa quando se vê que dados não são recursos prontos: são extraídos d…
Ler artigo →A digitalização da escola pública paulista revela como o trabalho imaterial é capturado por plataformas: a atividade docente vira dado mensurável, vigilância e comando gerencial. A promessa de inovação encobre a expropriação da autonomia de…
Ler artigo →O conceito de panóptico explica como a vigilância moderna dispensa a força permanente ao fazer cada pessoa agir como se estivesse sendo observada. No capitalismo de plataformas, esse princípio organiza trabalho, consumo e comportamento sob…
Ler artigo →O advérbio “hegemonicamente” parece apenas indicar o que predomina, mas também pode esconder quem construiu essa predominância. No trabalho por aplicativo brasileiro, a linguagem da autonomia transforma subordinação algorítmica em escolha i…
Ler artigo →As depedencias mais decisivas do capitalismo de plataforma não são falhas individuais: são vínculos materiais produzidos para converter necessidade de renda, consumo e circulação em obediência ao algoritmo.
Ler artigo →As plataformas digitais renovam o velho cercamento capitalista: transformam infraestruturas de circulação, trabalho e visibilidade em propriedade privada e cobram pedágio de quem precisa atravessá-las para viver.
Ler artigo →A dependência tecnológica brasileira não é mero atraso técnico: ela submete trabalho, dados e circulação econômica a infraestruturas controladas por capitais estrangeiros. Enquanto o país usa nuvem, sistemas e plataformas alheias, sua sober…
Ler artigo →O tecnofeudalismo nomeia a transformação das plataformas em senhoras de passagens obrigatórias: elas não apenas vendem serviços, cobram aluguel pelo acesso ao trabalho, ao público e à circulação digital. No Brasil, entregas, marketplaces e…
Ler artigo →Big data não é apenas acúmulo de informação: é a forma contemporânea de extrair valor, vigiar condutas e fabricar consentimento. No capitalismo de plataformas, dados são trabalho capturado e consciência administrada.
Ler artigo →A ascensão de Augusto Cury na BTG/Nexus condensa uma fantasia típica da crise brasileira: substituir conflito social por gestão técnica, interface digital e reorganização administrativa. À luz de Alysson Mascaro, não se trata de novidade, m…
Ler artigo →O trabalho docente alienado na sociedade do espetáculo não decorre apenas do excesso de tarefas, mas da transformação da educação em performance mensurável, vigilância permanente e adaptação à lógica das plataformas. O professor deixa de en…
Ler artigo →Analisa como algoritmos, Big Data e plataformas digitais operam como dispositivos ideológicos do capitalismo contemporâneo, capturando atenção, moldando subjetividades e aprofundando novas formas de alienação.
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