Governo Bolsonaro x Lula
Os números não mentem: em 8 dos 10 principais índices do país, o governo Lula entregou mais.
Os números não mentem: em 8 dos 10 principais índices do país, o governo Lula entregou mais.
Analisa como algoritmos, Big Data e plataformas digitais operam como dispositivos ideológicos do capitalismo contemporâneo, capturando atenção, moldando subjetividades e aprofundando novas formas de alienação.
"... Associado ao avanço tecnológico, o trabalho tende a desmaterializar-se e a intelectualizar-se. O capital, por sua vez, valoriza essa intelectualização, mas na sua contradição, também se nutre da precarização do trabalho, expressa atrav…
Síntese crítica sobre ideologia, alienação e tecnologia como mecanismos de dominação do trabalho, articulando teoria social e exemplos concretos do cotidiano corporativo.
Examina as relações entre fascismo histórico, bolsonarismo, técnica e capitalismo digital, discutindo como tendências autoritárias reaparecem na crise contemporânea da democracia.
Discute como metodologias, processos e sistemas de gestão atuam como instrumentos de controle, desqualificação e perda de sentido do trabalho nas organizações contemporâneas.
Os textos mais recentes do arquivo, do mais novo para o mais antigo.
Uma pessoa capitalista não é apenas alguém que deseja enriquecer: é quem transforma a propriedade e a acumulação de capital em princípio de organização da vida. O ensaio distingue riqueza, trabalho e consciência capitalista.
Ler artigo →Ser comunista é assumir a luta pela superação da exploração capitalista e pela construção de uma sociedade sem classes. Isso envolve trabalho, Estado, democracia, direitos e organização concreta no Brasil.
Ler artigo →Simulacro é uma representação que deixa de apenas imitar a realidade e passa a organizar o que entendemos como real. O conceito ajuda a compreender redes sociais, política, consumo e trabalho sob o capitalismo.
Ler artigo →Ser uma pessoa capitalista não significa apenas possuir empresas ou dinheiro. É incorporar uma forma de pensar e agir que transforma relações, tempo e desejos em mercadorias, mesmo quando se ocupa o lado explorado da sociedade.
Ler artigo →Uma pessoa capitalista não é apenas alguém que gosta de dinheiro: é quem ocupa, reproduz ou defende uma posição social fundada na propriedade do capital e na exploração do trabalho. O ensaio distingue classe, comportamento e ideologia.
Ler artigo →Ser comunista hoje é compreender o capitalismo como uma relação de exploração e organizar a luta por poder, direitos, igualdade e superação da propriedade privada dos meios de produção.
Ler artigo →Rentista é quem obtém renda principalmente da propriedade de dinheiro, títulos, imóveis ou terras, sem depender diretamente do trabalho produtivo. O ensaio mostra como a renda rentista organiza o capitalismo brasileiro.
Ler artigo →O significado de meritocrata não se limita a quem valoriza o esforço: nomeia uma posição ideológica que transforma desigualdades estruturais em fracassos individuais e legitima a exploração capitalista.
Ler artigo →“Depalperado” não é uma palavra reconhecida no português padrão. A busca provavelmente registra um erro de digitação, mas a dúvida revela como algoritmos, pressa e desigualdade transformam a linguagem em mercadoria.
Ler artigo →O preconceito organiza quem pode circular, trabalhar e ser reconhecido no Brasil. No caso dos entregadores negros, aplicativos e políticas urbanas transformam desigualdades históricas em risco, punição e culpa individual.
Ler artigo →O regime de acumulação flexível reorganizou a produção, o trabalho e o consumo para ampliar a exploração sob aparência de liberdade. No Brasil, ele aparece na uberização, na terceirização e na vida submetida à urgência permanente.
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